quinta-feira, 26 de abril de 2012
domingo, 22 de abril de 2012
60 anos da CNBB e 50 anos do Concílio Vaticano


Dos dias 18 a 26 de abril, será realizada, em Aparecida, a 50ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que comemora 60 anos de fundação em outubro. Durante a Assembleia, também será lembrado o 50º aniversário de início do Concílio Vaticano II. São comemorações significativas para nossa Igreja.
O Concílio Vaticano II, convocado e iniciado pelo Beato João XXIII, em 1962, foi continuado e concluído no Pontificado de Paulo VI, em 1965. Foi uma grande graça para a Igreja Católica, que se pôs à escuta da voz do Espírito Santo e se posicionou, de forma nova, diante dos tempos mudados e dos desafios novos. Permanecendo ela mesma, a Igreja quis dar um impulso renovado à sua missão e à sua presença no mundo.
O Papa João XXIII teria dito, abrindo as janelas da sua sala de trabalho, que era necessário deixar entrar um ar novo na Igreja… Mais tarde, traduzindo a mesma intenção do Concílio, o Papa João Paulo II convidou cristãos e não cristãos: “abrir as portas ao Redentor”; na passagem para o novo milênio cristão, o mesmo Papa convidou a levar o barco para o alto mar e “lançar as redes em águas mais profundas”…
A comemoração dos 50 anos do Concílio deverá suscitar uma série de iniciativas e reflexões na Igreja do Brasil e do mundo todo. É importante que nos demos conta do extraordinário significado, ainda atual, das grandes intuições e apelos do Concílio para vida da Igreja! Também será bom avaliar os frutos já produzidos nesses 50 anos de Concílio Vaticano II e perceber quanto caminho foi andado! Evidentemente, após o Concílio, também apareceram tensões internas na vida da Igreja, motivadas por interpretações divergentes sobre o mesmo Concílio; mas a Igreja não perdeu seu rumo, firme e unida em torno do sucessor de Pedro e do episcopado em comunhão com ele.
No quadro dessas comemorações, o Papa Bento XVI abrirá, em outubro, o Ano da Fé, para toda a Igreja. É outra iniciativa muito oportuna e promissora para a Igreja, da qual trataremos no momento oportuno! Desde já, temos a Carta Apostólica Porta Fidei (A Porta da Fé), com a qual o Papa promulgou o Ano da Fé, ainda em outubro de 2011, exatamente um ano antes de sua abertura oficial, em Roma. A Carta Apostólica já está disponível em português nas livrarias católicas.
Os 60 anos de existência da CNBB também representam um marco importante para a Igreja no Brasil e serão comemorados, justamente, durante a 50ª Assembleia Geral da Conferência, em abril deste ano. A CNBB, fundada 10 anos antes do início do Concílio, desempenhou um papel importante na Igreja e na sociedade brasileira durante esses 60 anos. Ainda durante o Concílio, e depois dele, sua atuação foi fundamental para a boa acolhida das decisões conciliares na Igreja do Brasil; no período da ditadura militar, seu papel na defesa dos direitos humanos e na reconquista das liberdades democráticas foi decisivo para a sociedade brasileira; nesses últimos tempos, a CNBB tem atuado na promoção da nova evangelização e se empenhou na defesa da dignidade humana, na garantia do direito à vida, e vida digna para todos, bem como na justiça social.
O tema principal da Assembleia Geral da CNBB deste ano é muito significativo: “Animação bíblica de toda pastoral”. É o mesmo que dizer que a Palavra de Deus deve ser a alma de toda vida da Igreja. De fato, a Igreja existe em função da Palavra de Deus – para acolher, praticar, testemunhar e anunciar esta “palavra da salvação”. Nem podia ser diferente: a Igreja vive para evangelizar, é orientada e conduzida por essa mesma Palavra que ela anuncia e da qual se nutre constantemente, para produzir os frutos de vida e esperança. A Palavra de Deus, em última análise, é o próprio Jesus Cristo – “Palavra de Deus que se fez carne e habitou entre nós”.
O tema do Sínodo de 2008 foi “a Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja”; depois, o Papa Bento XVI escreveu a bela e importante Exortação Apostólica Verbum Domini (A Palavra do Senhor), com a qual orientou e pediu que toda a vida e ação da Igreja tenham como alma, motivação e referência constante a Palavra de Deus.
Bento XVI tem repetido com frequência que a Igreja não é “autoreferencial”, mas está referida a Jesus Cristo, sua missão em favor do Reino de Deus e da ação do Espírito Santo. Por isso, ela não parte de uma palavra, mas da Palavra de Deus, a cujo serviço ela está: “Ai de mim, se eu não evangelizar”, dizia São Paulo. A Igreja é discípula, antes de ser missionária.
Que bom, no 60º aniversário da Conferência e na 50ª Assembleia Geral da CNBB, os bispos vão convidar novamente toda a Igreja do Brasil a acolher esse apelo e exortação. O fruto só pode ser promissor!
O Concílio Vaticano II, convocado e iniciado pelo Beato João XXIII, em 1962, foi continuado e concluído no Pontificado de Paulo VI, em 1965. Foi uma grande graça para a Igreja Católica, que se pôs à escuta da voz do Espírito Santo e se posicionou, de forma nova, diante dos tempos mudados e dos desafios novos. Permanecendo ela mesma, a Igreja quis dar um impulso renovado à sua missão e à sua presença no mundo.
O Papa João XXIII teria dito, abrindo as janelas da sua sala de trabalho, que era necessário deixar entrar um ar novo na Igreja… Mais tarde, traduzindo a mesma intenção do Concílio, o Papa João Paulo II convidou cristãos e não cristãos: “abrir as portas ao Redentor”; na passagem para o novo milênio cristão, o mesmo Papa convidou a levar o barco para o alto mar e “lançar as redes em águas mais profundas”…
A comemoração dos 50 anos do Concílio deverá suscitar uma série de iniciativas e reflexões na Igreja do Brasil e do mundo todo. É importante que nos demos conta do extraordinário significado, ainda atual, das grandes intuições e apelos do Concílio para vida da Igreja! Também será bom avaliar os frutos já produzidos nesses 50 anos de Concílio Vaticano II e perceber quanto caminho foi andado! Evidentemente, após o Concílio, também apareceram tensões internas na vida da Igreja, motivadas por interpretações divergentes sobre o mesmo Concílio; mas a Igreja não perdeu seu rumo, firme e unida em torno do sucessor de Pedro e do episcopado em comunhão com ele.
No quadro dessas comemorações, o Papa Bento XVI abrirá, em outubro, o Ano da Fé, para toda a Igreja. É outra iniciativa muito oportuna e promissora para a Igreja, da qual trataremos no momento oportuno! Desde já, temos a Carta Apostólica Porta Fidei (A Porta da Fé), com a qual o Papa promulgou o Ano da Fé, ainda em outubro de 2011, exatamente um ano antes de sua abertura oficial, em Roma. A Carta Apostólica já está disponível em português nas livrarias católicas.
Os 60 anos de existência da CNBB também representam um marco importante para a Igreja no Brasil e serão comemorados, justamente, durante a 50ª Assembleia Geral da Conferência, em abril deste ano. A CNBB, fundada 10 anos antes do início do Concílio, desempenhou um papel importante na Igreja e na sociedade brasileira durante esses 60 anos. Ainda durante o Concílio, e depois dele, sua atuação foi fundamental para a boa acolhida das decisões conciliares na Igreja do Brasil; no período da ditadura militar, seu papel na defesa dos direitos humanos e na reconquista das liberdades democráticas foi decisivo para a sociedade brasileira; nesses últimos tempos, a CNBB tem atuado na promoção da nova evangelização e se empenhou na defesa da dignidade humana, na garantia do direito à vida, e vida digna para todos, bem como na justiça social.
O tema principal da Assembleia Geral da CNBB deste ano é muito significativo: “Animação bíblica de toda pastoral”. É o mesmo que dizer que a Palavra de Deus deve ser a alma de toda vida da Igreja. De fato, a Igreja existe em função da Palavra de Deus – para acolher, praticar, testemunhar e anunciar esta “palavra da salvação”. Nem podia ser diferente: a Igreja vive para evangelizar, é orientada e conduzida por essa mesma Palavra que ela anuncia e da qual se nutre constantemente, para produzir os frutos de vida e esperança. A Palavra de Deus, em última análise, é o próprio Jesus Cristo – “Palavra de Deus que se fez carne e habitou entre nós”.
O tema do Sínodo de 2008 foi “a Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja”; depois, o Papa Bento XVI escreveu a bela e importante Exortação Apostólica Verbum Domini (A Palavra do Senhor), com a qual orientou e pediu que toda a vida e ação da Igreja tenham como alma, motivação e referência constante a Palavra de Deus.
Bento XVI tem repetido com frequência que a Igreja não é “autoreferencial”, mas está referida a Jesus Cristo, sua missão em favor do Reino de Deus e da ação do Espírito Santo. Por isso, ela não parte de uma palavra, mas da Palavra de Deus, a cujo serviço ela está: “Ai de mim, se eu não evangelizar”, dizia São Paulo. A Igreja é discípula, antes de ser missionária.
Que bom, no 60º aniversário da Conferência e na 50ª Assembleia Geral da CNBB, os bispos vão convidar novamente toda a Igreja do Brasil a acolher esse apelo e exortação. O fruto só pode ser promissor!
Cardeal Odilo Pedro Scherer
Arcebispo de São Paulo
Arcebispo de São Paulo
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terça-feira, 10 de abril de 2012
SÁBADO DE ALELUIA
A Igreja matriz Nossa Senhora da Conceição, celebrou com grande alegria a ressurreição de JESUS CRISTO, com uma belíssima missa celebrada pelo Pe. Jonerikson,o altar foi servido pelo seminarista Jecione e os coroinhas da paróquia, a Igreja estava lotada como aconteceu durante todas as celebrações da semana santa.
sábado, 7 de abril de 2012
SEXTA -FEIRA SANTA NA IGREJA MATRIZ NOSSA SENHORA DA CONCEIÇÃO SERRA CAIADA
A Sexta-feira Santa, ou 'Sexta-feira da Paixão', é a Sexta-feira antes do Domingo de Páscoa. É a data em que os cristãos lembram o julgamento, paixão, crucificação, morte e sepultura de Jesus Cristo, através de diversos ritos religiosos.
No entanto, mesmo sem a celebração da missa, tem lugar, no rito romano, uma celebração litúrgica própria deste dia. Tal celebração tem alguma semelhança com a celebração da Eucaristia, na sua estrutura, mas difere essencialmente desta pelo facto de não ter Oração eucarística, a mais importante parte da missa católica.
A celebração da morte do Senhor consiste, resumidamente, na adoração de Cristo crucificado, precedida por uma liturgia da Palavra e seguida pela comunhão eucarística dos participantes . O padre Jonerikson paramentado como para a missa, de cor vermelha, a celebração segue esta estrutura:
Entrada em silêncio do padre, coroinhas e dos ministros, que se prostram em adoração diante do altar oração colecta.
Liturgia da Palavra
Homilia e silêncio de reflexão.
Oração Universal, mais longa e solene do que a da missa, seguindo o esquema intenção – silêncio – oração do presidente.
Adoração da Cruz: a cruz é apresentada aos fiéis e adorada ao som de cânticos.
Pai Nosso
Comunhão dos fiéis presentes.
Oração depois da comunhão.
Procissão do Senhor morto
Toda a liturgia católica deste dia está em função de Cristo crucificado. Assim, a liturgia da Palavra pretende introduzir os fiéis no mistério do sofrimento e da morte de Jesus, que assim aparece como uma acção livre de Cristo em ordem à salvação de toda a humanidade.
A veneração da cruz, símbolo da salvação, pretende dar expressão concreta à adoração de Cristo crucificado.
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quarta-feira, 4 de abril de 2012
Formação para Catequistas

Acontecerá em nossa Paróquia no dia 21/04/2012 no Centro Pastoral João XXIII um encontro de formação para catequista de 1ª Eucaristia e Crisma. Este encontro será a nível paroquial e está dentro das metas de formação proposta na Assembléia paroquial para todo o ano de 2012. Esse encontro será ministrado pelas Irmãs de Belém e acontecerá das 08h às 13h. Certos da presença de todos os catequistas desta paróquia agradeço desde já a participação de todos. Deus abençoe a todos.
Pe. Jonerikson Gomes
administrador Paroquial
RESULTADO DO DÍZIMO E COLETA
Recebido de Dízimo =R$ 4.734,95
Recebido de Coleta =R$ 660,25
Total das Somas =R$ 5.395,15
Agradeço a Deus, Nossa Senhora da Conceição e aos membros da pastoral do dízimo que embora seja pequena(ainda), estão se empenhando para que haja um crescimento no dízimo em nossa Paróquia. Muito obrigado.
Pe. Jonerikson Gomes da Silva
administrador Paroquial
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